quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Gripe quando não mata, irrita

Toda vez que não podemos ficar gripados, ficamos. Semana de provas, conferências no trabalho, viagens de negócios, férias, finais de semanas com festas e por ai vai.
Esse vírus que supostamente não tem cura, fica alojado no cantinho da dobra do pulmão, esperando o termostato interno de cada um ficar uns dois graus mais frio, daí ele faz a festa... No seu nariz, na sua garganta, no seu sistema imunológico todinho...

A sua cabeça dói, parece que tem um mini-chinês lá dentro, tocando os gongos o tempo todo... chega a latejar...

E você sente frio... mesmo estando com 39° de febre... E soa... soa... soa... meleca todos os seus cobertores...

Espirra, tosse, arrota... assoa, torce, expreme...

E dorme, e cansa de dormir, e dói por ficar deitado, e dói se tenta levantar. E dá tontura, ânsia.

Durante três infernais dias é assim.

Daí você "supostamente sara", e só espirra de vez em quando.

Esse duelo épico acaba sempre em: -Saúde!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Tarde de Ócio

Está meio que virando rotina...
Toda vez que não temos nada para fazer, vimos para o blog e postamos alguma coisa sobre a falta de ter o que fazer ou o que escrever. O blog já está cheio de posts desse tipo...
De vez em quando, encontramos algum assunto, algo para comentar, criticar, algo que realmente gere assunto, afinal não somos vazias e não queremos um blog vazio, pensamos, criamos e temos opinião!
O problema é que não há nada melhor do que poder se expressar livremente e escrever sem preocupação, sem pensar demais, escrever o que vier à cabeça. E é nesses dias em que não temos mais nada para fazer que mais temos vontade de fazer isso, escrever sobre o nada, que não é bem nada, é alguma coisa, já que é até assunto de posts!
E hoje, numa tarde meio chuvosa, meio cinzenta, meio com cara de frio, mas meio quente, não havia nada melhor para se fazer sem ser criar mais um post sobre o nada, que não é bem nada, é alguma coisa. Seria melhor ainda se estivesse bem frio...
Às vezes esse tempo meio esquisito, meio nem uma coisa nem outra, trás um prazer gostoso no ócio, uma serenidade nostálgica que só os dias cinzentos trazem... É bom não pensar em nada de vez em quando, é bom curtir essa sensação... e é até bom escrever sobre isso.
Curtam o ócio.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Frutos e metáforas

Surgem os primeiros frutos da primeira colheita...
Talvez nem são tão grandes e doces como o esperado...
Mas na colheita passada, perdemos quase tudo graças ao não-preparo da horta...


Metáforas à parte, nosso projeto está caminhando... a lentos passos, mas sim, está caminhando...

E as Dadás mostram que o revolucionário usa sim salto alto vermelho como prova de seu "bolcheviquismo"...

Bem-vindos ao nosso Universo.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Mudamos outra vez

Sim, de fato, eu voltei ao antigo layout.

Por quê? Porque o outro possuia elementos demais, distraía a atenção dos textos para tais elementos e era exaustivo para a vista.

Aproveitem toda a inconstância neodadaísta bolchevique...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Bando de babacas do Brasil

Todo ano é a mesma coisa: a Globo apresenta um reality show intitulado “Big Brother Brasil”, apresentado por Pedro Bial. Todo ano somos obrigados a nos deparar com notícias como as seguintes em tudo quanto é parte: Gyselle do BBB 8 já fez clipe musical na França; com 45% dos votos, Alexandre está fora da corrida por 1 milhão de reais; Fulana, eliminada do BBB 8, recusa-se a posar nua para revista masculina famosa; Beltrano discute com a nova namorada na casa mais famosa do Brasil. E por aí vão essas notícias que diariamente dão um novo rumo à vida de milhões de pessoas que, assim como eu, são pessoas que têm suas vidas completamente mudadas a cada novo acontecimento na casa do Big Brother. Eu nem durmo pensando no paredão da semana. E olha que ironia não é meu forte!

Assisti ao primeiro dia do programa neste ano. Foi o suficiente pra surgirem milhares de críticas na minha cabeça. Quaaaaanta gente falsa, meu Deus! Sorrisos demais, risadas demais, abraços demais, amizades de infância q nascem durante os 10 primeiros minutos de convivência demais. Fora que todo mundo é santo, todos têm um problema que usam pra se passarem por coitadinhos que merecem o prêmio: uma perdeu o cachorro quando tinha 5 anos de idade; o outro foi atacado por um marimbondo enquanto caminhava saltitante pela rua; a outra foi demitida do emprego de 3 anos por ter simplesmente derrubado café na camisa do chefe. Esses casos eu acabei de inventar, mas são muito parecidos com os que são apresentados pelos participantes com o intuito de ganhar a estima do público.

Após assistir ao programa diariamente, os expectadores querem saber das novidades ocorridas na casa, o que fazem então? Correm pra assistir a programas como o da Sônia Abrão. Durante os três meses de Big Brother, não há outro assunto comentado pela jornalista. E, diga-se de passagem, jornalista que é formada pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero! Com uma formação dessas, ela ainda tem coragem de ocupar as horas de seu programa falando sobre esse reality show maravilhoso.

O Big Brother Brasil está aí, mais uma vez mostrando o quão superficiais e falsas as pessoas podem ser.

Daí eu pergunto: que cultura esse programa oferece? E respondo: nenhuma. O pior é que é disso que o público brasileiro gosta, com exceções, claro, sempre.

Literatura de coquetel

Poxa... agora fiquei realmente sem assunto. Em mais de 3 meses de blog, é a primeira vez que isso acontece. E todo mundo (nem todo, é só uma hipérbole idiota) sabe que eu só funciono sob efeito da cafeína... quem lê meu outro blog sabe disso (não, eu não usei todos os meus temas, idéias e energia no outro blog).

Já escreveram mais de uma vez sobre a falta de escrever. Verdade incontestável. Mas eu ainda não o tinha feito. Logo, acredito que seja minha vez. Sim, é minha vez. E mesmo se não for, agora vai ficar sendo.

Costumo ler jornais, livros, ver tv e entrar na net para me manter atualizada. A informação é a chave para o raciocínio, que é o principal combustível para a inspiração.

Se a inspiração, no caso, a minha inspiração fosse um drink, traria a seguintes proporções:

Uma parte de informação
três partes de raciocínio
5 partes de cafeína.

Misture com gelo em uma coqueteleira e sirva com azeitona e cerejas (sim, eu sou excêntrcica) em taças médias.

Quem dera o preparo de inspiração fosse simples como o preparo de uma Shirley Temple.

Mas não é. E eu sem esse coquetel de idéias, fico sem originalidade nenhuma para postar. Acabo por escrever asnices como essa que você acaba de ler.

Pensando melhor... deixe o blog de lado... saia do computador e vá ler Guerra e Paz...

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O que mais te irrita?

Existem muitas coisas irritantes nesse mundo. Contudo, algumas coisas são unânimes na arte de irritar e estressar qualquer pessoa que não pratique a paciência. Eu não estou mais conseguindo praticar a paciência... Ultimamente até programas de televisão estão me irritando, e os apresentadores têm grande peso nisso. Já repararam a quantidade de apresentadores insuportáveis na TV? Meu Deus, é cada babaquice que falam, cada coisa óbvia, isso quando não repetem 5 984 a mesma coisa...

Às vezes tento seguir o conselho da Monja Coen Sensei: nos momentos de raiva, respire fundo e calmamente. Olha, sinceramente, eu a admiro muito, porque isso não é fácil de se fazer, principalmente porque, num momento de ira, raras pessoas são capazes de sequer pensar em respirar pra manter alguma calma. Eu sou uma dessas pessoas. Na hora da raiva, não consigo pensar em respirar, caso consiga pensar nisso, eu sei que não conseguiria respirar e manter a calma. Prometo que vou treinar a paciência, pois há dias que estou tão estressada que nem eu mesma me agüento.

Apesar de tudo isso, sei que existem pessoas muito mais estressadas e sem paciência que eu. Há pessoas que se estressam com coisas mínimas. Se bem que, podem parecer coisas mínimas para quem não sabe o que a pessoa que já está se estressando com esses tais ''minimalismos'' vem passando, fatores que muitas vezes vão se acumulando até o momento da explosão.

Tem quem diga que nada melhor que a tranqülidade do campo pra trazer aquela paz de espírito. Isso resolve, para determinado número de pessoas. Sim, porque se eu tivesse de ficar no campo sem nada pra fazer, ficar o dia intero olhando pro céu, xiii, aí que eu teria um treco de verdade. Sinto-me bem quando tenho bastantes atividades, apesar de isso também estressar quando acontece exageradamente. Acho que tudo feito exageradamente não faz bem. É um exagero literalmente. Atividades ponderadas fazem bem.

A Psicologia ajuda a identificar os elementos que nos levam a um elevado estado de nervoso e ajuda também a tentar resolver esse problema. Aliás, admiro também os psicólogos, são outros seres de uma incrível paciência. São pessoas que escutam os problemas de outras pessoas e as ajudam com muitqa calma, mesmo tendo seus próprios problemas como qualquer pessoa.

O fato é que o mundo está estressado. A humanidade inteira (com exceção da Minja Coen Sensei e seus seguidores fiéis) está à beira de um ataque de nervos. Será culpa da tecnologia? Culpa do excesso de atividades? Culpa do ócio? Culpa da bagunça generalizada existente no planeta? Não sei. Só sei que é assim.