Já que este blog está fadado ao esquecimento, um MEMÊ para reativá-lo...
Onde está seu celular? No meu quarto.
E o amado? O Jorge Amado?
Cor do cabelo? Chocolate, meio- amargo.
Sua mãe? Em casa.
Seu pai? Em casa, chamando-a
Minhas irmãs? Irmãs em casa, irmão foi passear no bosque.
Seu filho? Não tenho.
O que mais gosta de fazer? Dormir e comer. Porque dormir dá fome e comer dá sono.
O que você sonhou na noite passada? Não lembro.
Onde você gostaria de estar agora? Boa pergunta. Se eu soubesse, talvez estivesse lá.
Onde você gostaria de estar daqui a seis anos? Na Europa. Qualquer parte dela.
Onde você estava há seis anos? Em casa, reclamando porque teria que ir para escola amanhã.
Onde você estava na noite passada? Em casa.
O que você não é? Boba.
O que você é? Babaca.
Objeto do desejo? No momento, uma H50.
O que vai comprar hoje? Pensei em cerveja.
Qual sua última compra? Cerveja.
A última coisa que você fez? Brinquei com o meu cachorro.
O que você está usando? Calça jeans, minha Melissa bordô e a camiseta da NBS.
Na TV? Não tenho paciência pra televisão. Não mais.
Seu cachorro? Meus cachorros... Alastor, Alastora, Marcela, Moria, Montoya e Snoopy.
Seu computador? Meu pc tão querido e amado.
Seu humor? Eu tenho humor, isso basta.
Com saudades de Alguém? Tanta gente, se reunisse todo mundo teria uma festa. Bem grande.
Seu carro? Não tenho.
Perfume que está usando? Nenhum no momento.
Última coisa que comeu? Bolinho de arroz com um molho que inventei.
Fome de quê? Festival de sushi e sashimi. Muito salmão!!!
Preguiça de? Tudo.
Próxima coisa que pretende comprar? Um mp4, o meu pifou faz tempo.
Seu verão? É inverno...
Ama alguém? Muitos alguéns.
Quando foi a última vez que deu uma gargalhada? Hoje, com meus irmãos e seus genes hilários.
Quando chorou pela última vez? Sábado, vendo um filme.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
terça-feira, 9 de setembro de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
Man Ray

Fotógrafo e pintor norte-americano que, em 1915, conhece o pintor francês Marcel Duchamp, com quem funda o grupo dadá nova-iorquino. Em 1921 contata com o movimento surrealista na pintura. Trabalha como fotógrafo para financiar a pintura e, com a nova atividade, desenvolve a sua arte, a raiografia, ou fotograma, criando imagens abstratas (obtidas sem o auxílio da câmera) mas com a exposição à luz de objetos previamente dispersos sobre o papel fotográfico.
Max Ernest
Pintor alemão, adepto do irracional e do onírico e do inconsciente, esteve envolvido em outros movimentos artísticos, criando técnicas em pintura e escultura. No Dadaísmo, contribuiu com colagens e fotomontagens, composições que sugerem a múltipla identidade dos objetos por ele escolhidos para tema. Inventou técnicas como a decalcomania e o frottage, que consiste em aplicar uma folha de papel sobre uma superfície rugosa, como a madeira de veios salientes, e esfregar um lápis de cor ou grafita, de modo que o papel adquira o aspecto da superfície posta debaixo dele. Como o artista não tinha controle sobre o quadro que estava criando, o frottage também era considerado um método que dava acesso ao inconsciente.
François Picabia
Pintor e escritor francês. Envolveu-se sucessivamente com os principais movimentos estéticos do início do século XX, como cubismo, surrealismo e dadaísmo. Colaborou com Tristan Tzara na revista Dada. Suas primeiras pinturas cubistas, eram mais próximas de Léger do que de Picasso, são exuberantes nas cores e sugerem formas metálicas que se encaixam umas nas outras. Formas e cores tornaram-se a seguir mais discretas, até que por volta de 1916 o artista se concentrou nos engenhos mecânicos do dadaísmo, de índole satírica. Depois de 1927, abandonou a abstração pura que praticara por anos e criou pinturas baseadas na figura humana, com a superposição de formas lineares e transparentes.
Marcel Duchamp

Pintor e escultor francês, sua arte abriu caminho para movimentos como a pop art e a op art das décadas de 1950 e 1960. Reinterpretou o cubismo a sua maneira, interessando-se pelo movimento das formas.O experimentalismo e a provocação o conduziram a idéias radicais em arte, antes do surgimento do grupo Dada (Zurique, 1916). Criou os ready-mades, objetos escolhidos ao acaso, e que, após leve intervenção e receberem um título, adquiriam a condição de objeto de arte. Em 1917, foi rejeitado ao enviar a uma mostra um urinol de louça que chamou de "Fonte". Depois fez interferências (pintou bigodes na Mona Lisa, para demonstrar seu desprezo pela arte tradicional), inventou mecanismos ópticos.
DADAÍSMO
Formado em 1916, em Zurique, por jovens franceses e alemães que, se tivessem permanecido em seus respectivos países, teriam sido convocados para o serviço militar, o Dada foi um movimento de negação. Durante a Primeira Guerra Mundial, artistas de várias nacionalidades, exilados na Suíça eram contrários ao envolvimento dos seus próprios países na guerra. Fundaram um movimento literário para expressar suas decepções em relação à incapacidade da ciência, da religião e da filosofia, que se revelaram pouco eficazes em evitar a destruição da Europa. A palavra Dada foi descoberta acidentalmente por Hugo Ball e por Tzara Tristan num dicionário alemão-francês.
Dada é uma palavra francesa que significa na linguagem infantil "cavalo de pau"; esse nome escolhido não fazia sentido, assim como a arte que perdera todo o sentido diante da irracionalidade da guerra; sua proposta é que a arte ficasse solta das amarras racionalistas e fosse apenas o resultado do automatismo psíquico, selecionado e combinando elementos por acaso. Sendo a negação total da cultura, o Dadaísmo defende o absurdo, a incoerência, a desordem, o caos. Politicamente, firma-se como um protesto contra uma civilização que não conseguiria evitar a guerra.
Principais artistas:
Marcel Duchamp (1887-1968), François Picabia (1879-1953), Max Ernest (1891-1976), Man Ray (1890-1976).
domingo, 25 de maio de 2008
Domingo escroto!
Andréia e suas palavras delicadas resolveram escrever hoje.
Inércia
Você se contenta
com uma vida vazia
Se o nosso amor agente inventa
Por que viramos suicidas?
Algumas mentiras novas
Escondem verdades antigas,
Estamos indo de volta,
ou ao ponto de partida?
Então,continuamos inertes...
esperando de pijama
que a vida nos confesse
Que ainda existe esperança.
As verdades que eram absolutas
já não têm nenhuma valor
Elas são tão fajutas
quanto cartas de amor
(como sangue em filmes de terror!)
Então , continuamos inertes...
esperando de pijamas
que a vida nos confesse
Que ainda existe esperança!
**************************************************
Nós quebramos as regras,
as estatísticas
Fazemos pouco da verdade absoluta
Nós não somos a maioria
Desde agora, até nunca...
Inércia
Você se contenta
com uma vida vazia
Se o nosso amor agente inventa
Por que viramos suicidas?
Algumas mentiras novas
Escondem verdades antigas,
Estamos indo de volta,
ou ao ponto de partida?
Então,continuamos inertes...
esperando de pijama
que a vida nos confesse
Que ainda existe esperança.
As verdades que eram absolutas
já não têm nenhuma valor
Elas são tão fajutas
quanto cartas de amor
(como sangue em filmes de terror!)
Então , continuamos inertes...
esperando de pijamas
que a vida nos confesse
Que ainda existe esperança!
**************************************************
Nós quebramos as regras,
as estatísticas
Fazemos pouco da verdade absoluta
Nós não somos a maioria
Desde agora, até nunca...
terça-feira, 22 de abril de 2008
Esperança em forma textual é distribuída aqui
Recuperada uma parcela da criatividade que deixou de habitar meu ser já há algum tempo, retorno para postar.
Finalmente achei um tema: pessoas que não comentam em blogs. Porque eu sei que elas passam. E se passam, elas olham. Se olham, me arrisco a dizer que lêem. Então por que não comentar?
Alguns alegam que não comentam em blogs:" - Não obrigada, eu não comento em blogs... ". Outros simplesmente não alegam nada. E outros dizem que encontraram ao acaso, mas que gostaram e nunca mais voltam. Bem, pelo menos eles elogiam e comentam... são os meus favoritos dentre esses.
Acho que já passamos da época em que blogs diários de meninas tolas eram escritos. Sim, ainda há os ditos. Mas receio que sua popularidade esteja em queda livre.
Nosso blog tenta pelo menos ser um bocadinho assim óhh revolucionário. Ele consegue? Não sei, a gente quase nunca posta sobre alguma coisa. Ou melhor, só postamos sobre a falta do que postar.
Alguma sugestão? Comente por gentileza.
Finalmente achei um tema: pessoas que não comentam em blogs. Porque eu sei que elas passam. E se passam, elas olham. Se olham, me arrisco a dizer que lêem. Então por que não comentar?
Alguns alegam que não comentam em blogs:" - Não obrigada, eu não comento em blogs... ". Outros simplesmente não alegam nada. E outros dizem que encontraram ao acaso, mas que gostaram e nunca mais voltam. Bem, pelo menos eles elogiam e comentam... são os meus favoritos dentre esses.
Acho que já passamos da época em que blogs diários de meninas tolas eram escritos. Sim, ainda há os ditos. Mas receio que sua popularidade esteja em queda livre.
Nosso blog tenta pelo menos ser um bocadinho assim óhh revolucionário. Ele consegue? Não sei, a gente quase nunca posta sobre alguma coisa. Ou melhor, só postamos sobre a falta do que postar.
Alguma sugestão? Comente por gentileza.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
De novo, novamente, outra vez
Após tanto tempo sem publicar sequer uma postagem, resolvi retomar a tentativa primitiva de clicar em ''Nova postagem" e deixar fluir o assunto. Então vamos ver se isso acontecerá novamente.
...
...
...
Será que hoje vai chover?
...
...
Esse deve ser um dos pouquíssimos blogs no qual o assunto mais discutido é a falta do que escrever. Na verdade, não é a falta do que escrever, pois há um vasto campo de pensamento a ser explorado e talvez aqui postado, mas sim essa força subjetiva que não nos traz a vontade e ânimo de postar; a vontade até dá as caras de vez em quando, mas o ânimo anda sumido.
É necessário ser mais forte que essa tal força subjetiva e tentar postar qualquer coisa, nem que seja só pra movimentar esse blog aqui. Afinal, o blog tem de ser honrado e dinâmico, assim como as pessoas que nele postam (aeeee, elevando o moral).
Olha! Não é que funcionou de novo apenas clicar em "Nova postagem" e esperar o assunto fluir?!
Fluiu... Apesar de ser um assunto "repetido", mas fluiu.
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Será que hoje vai chover?
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Esse deve ser um dos pouquíssimos blogs no qual o assunto mais discutido é a falta do que escrever. Na verdade, não é a falta do que escrever, pois há um vasto campo de pensamento a ser explorado e talvez aqui postado, mas sim essa força subjetiva que não nos traz a vontade e ânimo de postar; a vontade até dá as caras de vez em quando, mas o ânimo anda sumido.
É necessário ser mais forte que essa tal força subjetiva e tentar postar qualquer coisa, nem que seja só pra movimentar esse blog aqui. Afinal, o blog tem de ser honrado e dinâmico, assim como as pessoas que nele postam (aeeee, elevando o moral).
Olha! Não é que funcionou de novo apenas clicar em "Nova postagem" e esperar o assunto fluir?!
Fluiu... Apesar de ser um assunto "repetido", mas fluiu.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Quando a revolução é interna
A sede de mudar o mundo infelizmente não faz parte da essencia da população em geral. Apenas essa porcentagem de desequilibrados, anarquistas e até utópicos revolucionários tenta mudar as coisas.
Todavia, em alguma fase da vida, seja cedo ou tarde, enfrentamos o tal do amadurecimento, do esclarecimento, isso que chamam de crescer e os filósofos chamam de conhecer a verdade.
A revolução é interna. E ela vai acontecer.
Dessa, amigos dadás, bolchviques ou não, não dá para abrir mão.
Todavia, em alguma fase da vida, seja cedo ou tarde, enfrentamos o tal do amadurecimento, do esclarecimento, isso que chamam de crescer e os filósofos chamam de conhecer a verdade.
A revolução é interna. E ela vai acontecer.
Dessa, amigos dadás, bolchviques ou não, não dá para abrir mão.
segunda-feira, 24 de março de 2008
domingo, 16 de março de 2008
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Gripe quando não mata, irrita
Toda vez que não podemos ficar gripados, ficamos. Semana de provas, conferências no trabalho, viagens de negócios, férias, finais de semanas com festas e por ai vai.
Esse vírus que supostamente não tem cura, fica alojado no cantinho da dobra do pulmão, esperando o termostato interno de cada um ficar uns dois graus mais frio, daí ele faz a festa... No seu nariz, na sua garganta, no seu sistema imunológico todinho...
A sua cabeça dói, parece que tem um mini-chinês lá dentro, tocando os gongos o tempo todo... chega a latejar...
E você sente frio... mesmo estando com 39° de febre... E soa... soa... soa... meleca todos os seus cobertores...
Espirra, tosse, arrota... assoa, torce, expreme...
E dorme, e cansa de dormir, e dói por ficar deitado, e dói se tenta levantar. E dá tontura, ânsia.
Durante três infernais dias é assim.
Daí você "supostamente sara", e só espirra de vez em quando.
Esse duelo épico acaba sempre em: -Saúde!
Esse vírus que supostamente não tem cura, fica alojado no cantinho da dobra do pulmão, esperando o termostato interno de cada um ficar uns dois graus mais frio, daí ele faz a festa... No seu nariz, na sua garganta, no seu sistema imunológico todinho...
A sua cabeça dói, parece que tem um mini-chinês lá dentro, tocando os gongos o tempo todo... chega a latejar...
E você sente frio... mesmo estando com 39° de febre... E soa... soa... soa... meleca todos os seus cobertores...
Espirra, tosse, arrota... assoa, torce, expreme...
E dorme, e cansa de dormir, e dói por ficar deitado, e dói se tenta levantar. E dá tontura, ânsia.
Durante três infernais dias é assim.
Daí você "supostamente sara", e só espirra de vez em quando.
Esse duelo épico acaba sempre em: -Saúde!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Tarde de Ócio
Está meio que virando rotina...
Toda vez que não temos nada para fazer, vimos para o blog e postamos alguma coisa sobre a falta de ter o que fazer ou o que escrever. O blog já está cheio de posts desse tipo...
De vez em quando, encontramos algum assunto, algo para comentar, criticar, algo que realmente gere assunto, afinal não somos vazias e não queremos um blog vazio, pensamos, criamos e temos opinião!
O problema é que não há nada melhor do que poder se expressar livremente e escrever sem preocupação, sem pensar demais, escrever o que vier à cabeça. E é nesses dias em que não temos mais nada para fazer que mais temos vontade de fazer isso, escrever sobre o nada, que não é bem nada, é alguma coisa, já que é até assunto de posts!
E hoje, numa tarde meio chuvosa, meio cinzenta, meio com cara de frio, mas meio quente, não havia nada melhor para se fazer sem ser criar mais um post sobre o nada, que não é bem nada, é alguma coisa. Seria melhor ainda se estivesse bem frio...
Às vezes esse tempo meio esquisito, meio nem uma coisa nem outra, trás um prazer gostoso no ócio, uma serenidade nostálgica que só os dias cinzentos trazem... É bom não pensar em nada de vez em quando, é bom curtir essa sensação... e é até bom escrever sobre isso.
Curtam o ócio.
Toda vez que não temos nada para fazer, vimos para o blog e postamos alguma coisa sobre a falta de ter o que fazer ou o que escrever. O blog já está cheio de posts desse tipo...
De vez em quando, encontramos algum assunto, algo para comentar, criticar, algo que realmente gere assunto, afinal não somos vazias e não queremos um blog vazio, pensamos, criamos e temos opinião!
O problema é que não há nada melhor do que poder se expressar livremente e escrever sem preocupação, sem pensar demais, escrever o que vier à cabeça. E é nesses dias em que não temos mais nada para fazer que mais temos vontade de fazer isso, escrever sobre o nada, que não é bem nada, é alguma coisa, já que é até assunto de posts!
E hoje, numa tarde meio chuvosa, meio cinzenta, meio com cara de frio, mas meio quente, não havia nada melhor para se fazer sem ser criar mais um post sobre o nada, que não é bem nada, é alguma coisa. Seria melhor ainda se estivesse bem frio...
Às vezes esse tempo meio esquisito, meio nem uma coisa nem outra, trás um prazer gostoso no ócio, uma serenidade nostálgica que só os dias cinzentos trazem... É bom não pensar em nada de vez em quando, é bom curtir essa sensação... e é até bom escrever sobre isso.
Curtam o ócio.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Frutos e metáforas
Surgem os primeiros frutos da primeira colheita...
Talvez nem são tão grandes e doces como o esperado...
Mas na colheita passada, perdemos quase tudo graças ao não-preparo da horta...
Metáforas à parte, nosso projeto está caminhando... a lentos passos, mas sim, está caminhando...
E as Dadás mostram que o revolucionário usa sim salto alto vermelho como prova de seu "bolcheviquismo"...
Bem-vindos ao nosso Universo.
Talvez nem são tão grandes e doces como o esperado...
Mas na colheita passada, perdemos quase tudo graças ao não-preparo da horta...
Metáforas à parte, nosso projeto está caminhando... a lentos passos, mas sim, está caminhando...
E as Dadás mostram que o revolucionário usa sim salto alto vermelho como prova de seu "bolcheviquismo"...
Bem-vindos ao nosso Universo.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Mudamos outra vez
Sim, de fato, eu voltei ao antigo layout.
Por quê? Porque o outro possuia elementos demais, distraía a atenção dos textos para tais elementos e era exaustivo para a vista.
Aproveitem toda a inconstância neodadaísta bolchevique...
Por quê? Porque o outro possuia elementos demais, distraía a atenção dos textos para tais elementos e era exaustivo para a vista.
Aproveitem toda a inconstância neodadaísta bolchevique...
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Bando de babacas do Brasil
Todo ano é a mesma coisa: a Globo apresenta um reality show intitulado “Big Brother Brasil”, apresentado por Pedro Bial. Todo ano somos obrigados a nos deparar com notícias como as seguintes em tudo quanto é parte: Gyselle do BBB 8 já fez clipe musical na França; com 45% dos votos, Alexandre está fora da corrida por 1 milhão de reais; Fulana, eliminada do BBB 8, recusa-se a posar nua para revista masculina famosa; Beltrano discute com a nova namorada na casa mais famosa do Brasil. E por aí vão essas notícias que diariamente dão um novo rumo à vida de milhões de pessoas que, assim como eu, são pessoas que têm suas vidas completamente mudadas a cada novo acontecimento na casa do Big Brother. Eu nem durmo pensando no paredão da semana. E olha que ironia não é meu forte!
Assisti ao primeiro dia do programa neste ano. Foi o suficiente pra surgirem milhares de críticas na minha cabeça. Quaaaaanta gente falsa, meu Deus! Sorrisos demais, risadas demais, abraços demais, amizades de infância q nascem durante os 10 primeiros minutos de convivência demais. Fora que todo mundo é santo, todos têm um problema que usam pra se passarem por coitadinhos que merecem o prêmio: uma perdeu o cachorro quando tinha 5 anos de idade; o outro foi atacado por um marimbondo enquanto caminhava saltitante pela rua; a outra foi demitida do emprego de 3 anos por ter simplesmente derrubado café na camisa do chefe. Esses casos eu acabei de inventar, mas são muito parecidos com os que são apresentados pelos participantes com o intuito de ganhar a estima do público.
Após assistir ao programa diariamente, os expectadores querem saber das novidades ocorridas na casa, o que fazem então? Correm pra assistir a programas como o da Sônia Abrão. Durante os três meses de Big Brother, não há outro assunto comentado pela jornalista. E, diga-se de passagem, jornalista que é formada pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero! Com uma formação dessas, ela ainda tem coragem de ocupar as horas de seu programa falando sobre esse reality show maravilhoso.
O Big Brother Brasil está aí, mais uma vez mostrando o quão superficiais e falsas as pessoas podem ser.
Daí eu pergunto: que cultura esse programa oferece? E respondo: nenhuma. O pior é que é disso que o público brasileiro gosta, com exceções, claro, sempre.
Assisti ao primeiro dia do programa neste ano. Foi o suficiente pra surgirem milhares de críticas na minha cabeça. Quaaaaanta gente falsa, meu Deus! Sorrisos demais, risadas demais, abraços demais, amizades de infância q nascem durante os 10 primeiros minutos de convivência demais. Fora que todo mundo é santo, todos têm um problema que usam pra se passarem por coitadinhos que merecem o prêmio: uma perdeu o cachorro quando tinha 5 anos de idade; o outro foi atacado por um marimbondo enquanto caminhava saltitante pela rua; a outra foi demitida do emprego de 3 anos por ter simplesmente derrubado café na camisa do chefe. Esses casos eu acabei de inventar, mas são muito parecidos com os que são apresentados pelos participantes com o intuito de ganhar a estima do público.
Após assistir ao programa diariamente, os expectadores querem saber das novidades ocorridas na casa, o que fazem então? Correm pra assistir a programas como o da Sônia Abrão. Durante os três meses de Big Brother, não há outro assunto comentado pela jornalista. E, diga-se de passagem, jornalista que é formada pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero! Com uma formação dessas, ela ainda tem coragem de ocupar as horas de seu programa falando sobre esse reality show maravilhoso.
O Big Brother Brasil está aí, mais uma vez mostrando o quão superficiais e falsas as pessoas podem ser.
Daí eu pergunto: que cultura esse programa oferece? E respondo: nenhuma. O pior é que é disso que o público brasileiro gosta, com exceções, claro, sempre.
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