segunda-feira, 24 de março de 2008

domingo, 16 de março de 2008

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Gripe quando não mata, irrita

Toda vez que não podemos ficar gripados, ficamos. Semana de provas, conferências no trabalho, viagens de negócios, férias, finais de semanas com festas e por ai vai.
Esse vírus que supostamente não tem cura, fica alojado no cantinho da dobra do pulmão, esperando o termostato interno de cada um ficar uns dois graus mais frio, daí ele faz a festa... No seu nariz, na sua garganta, no seu sistema imunológico todinho...

A sua cabeça dói, parece que tem um mini-chinês lá dentro, tocando os gongos o tempo todo... chega a latejar...

E você sente frio... mesmo estando com 39° de febre... E soa... soa... soa... meleca todos os seus cobertores...

Espirra, tosse, arrota... assoa, torce, expreme...

E dorme, e cansa de dormir, e dói por ficar deitado, e dói se tenta levantar. E dá tontura, ânsia.

Durante três infernais dias é assim.

Daí você "supostamente sara", e só espirra de vez em quando.

Esse duelo épico acaba sempre em: -Saúde!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Tarde de Ócio

Está meio que virando rotina...
Toda vez que não temos nada para fazer, vimos para o blog e postamos alguma coisa sobre a falta de ter o que fazer ou o que escrever. O blog já está cheio de posts desse tipo...
De vez em quando, encontramos algum assunto, algo para comentar, criticar, algo que realmente gere assunto, afinal não somos vazias e não queremos um blog vazio, pensamos, criamos e temos opinião!
O problema é que não há nada melhor do que poder se expressar livremente e escrever sem preocupação, sem pensar demais, escrever o que vier à cabeça. E é nesses dias em que não temos mais nada para fazer que mais temos vontade de fazer isso, escrever sobre o nada, que não é bem nada, é alguma coisa, já que é até assunto de posts!
E hoje, numa tarde meio chuvosa, meio cinzenta, meio com cara de frio, mas meio quente, não havia nada melhor para se fazer sem ser criar mais um post sobre o nada, que não é bem nada, é alguma coisa. Seria melhor ainda se estivesse bem frio...
Às vezes esse tempo meio esquisito, meio nem uma coisa nem outra, trás um prazer gostoso no ócio, uma serenidade nostálgica que só os dias cinzentos trazem... É bom não pensar em nada de vez em quando, é bom curtir essa sensação... e é até bom escrever sobre isso.
Curtam o ócio.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Frutos e metáforas

Surgem os primeiros frutos da primeira colheita...
Talvez nem são tão grandes e doces como o esperado...
Mas na colheita passada, perdemos quase tudo graças ao não-preparo da horta...


Metáforas à parte, nosso projeto está caminhando... a lentos passos, mas sim, está caminhando...

E as Dadás mostram que o revolucionário usa sim salto alto vermelho como prova de seu "bolcheviquismo"...

Bem-vindos ao nosso Universo.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Mudamos outra vez

Sim, de fato, eu voltei ao antigo layout.

Por quê? Porque o outro possuia elementos demais, distraía a atenção dos textos para tais elementos e era exaustivo para a vista.

Aproveitem toda a inconstância neodadaísta bolchevique...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Bando de babacas do Brasil

Todo ano é a mesma coisa: a Globo apresenta um reality show intitulado “Big Brother Brasil”, apresentado por Pedro Bial. Todo ano somos obrigados a nos deparar com notícias como as seguintes em tudo quanto é parte: Gyselle do BBB 8 já fez clipe musical na França; com 45% dos votos, Alexandre está fora da corrida por 1 milhão de reais; Fulana, eliminada do BBB 8, recusa-se a posar nua para revista masculina famosa; Beltrano discute com a nova namorada na casa mais famosa do Brasil. E por aí vão essas notícias que diariamente dão um novo rumo à vida de milhões de pessoas que, assim como eu, são pessoas que têm suas vidas completamente mudadas a cada novo acontecimento na casa do Big Brother. Eu nem durmo pensando no paredão da semana. E olha que ironia não é meu forte!

Assisti ao primeiro dia do programa neste ano. Foi o suficiente pra surgirem milhares de críticas na minha cabeça. Quaaaaanta gente falsa, meu Deus! Sorrisos demais, risadas demais, abraços demais, amizades de infância q nascem durante os 10 primeiros minutos de convivência demais. Fora que todo mundo é santo, todos têm um problema que usam pra se passarem por coitadinhos que merecem o prêmio: uma perdeu o cachorro quando tinha 5 anos de idade; o outro foi atacado por um marimbondo enquanto caminhava saltitante pela rua; a outra foi demitida do emprego de 3 anos por ter simplesmente derrubado café na camisa do chefe. Esses casos eu acabei de inventar, mas são muito parecidos com os que são apresentados pelos participantes com o intuito de ganhar a estima do público.

Após assistir ao programa diariamente, os expectadores querem saber das novidades ocorridas na casa, o que fazem então? Correm pra assistir a programas como o da Sônia Abrão. Durante os três meses de Big Brother, não há outro assunto comentado pela jornalista. E, diga-se de passagem, jornalista que é formada pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero! Com uma formação dessas, ela ainda tem coragem de ocupar as horas de seu programa falando sobre esse reality show maravilhoso.

O Big Brother Brasil está aí, mais uma vez mostrando o quão superficiais e falsas as pessoas podem ser.

Daí eu pergunto: que cultura esse programa oferece? E respondo: nenhuma. O pior é que é disso que o público brasileiro gosta, com exceções, claro, sempre.